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O euro vem registrando uma forte recuperação frente ao dólar norte-americano. O par EUR/USD alcançou sua maior alta em três anos e, até o momento, não apresenta sinais de desaceleração.
Paralelamente, uma pesquisa com economistas indica que o Banco Central Europeu (BCE) deve promover múltiplos cortes nas taxas de juros nos próximos meses. No entanto, espera-se que, no longo prazo, a instituição acabe seguindo a mesma trajetória do Federal Reserve dos Estados Unidos.
Os entrevistados preveem cortes consecutivos de 25 pontos-base nas taxas de juros em abril e junho, após os quais a taxa de depósito deve se estabilizar em 2%. Economistas alertam que a política comercial dos Estados Unidos representa riscos significativos, ameaçando prejudicar o crescimento econômico da zona do euro.
O aumento das medidas protecionistas — como a imposição de tarifas e restrições comerciais — pode causar sérias disrupções nas cadeias de suprimento e reduzir a demanda por produtos europeus. A incerteza gerada pela política comercial dos EUA tem provocado instabilidade nos mercados financeiros, afastado investidores e dificultado o planejamento de longo prazo para empresas da região. Além disso, políticas fiscais agressivas voltadas a estimular a demanda interna nos EUA tendem a fortalecer o dólar, tornando as exportações europeias menos competitivas.
Uma das principais preocupações gira em torno da postura errática do presidente americano, que tenta remodelar a ordem global. Sua guerra comercial já abalou os mercados, alimentou temores de uma crise econômica de grandes proporções e deixou líderes mundiais sem uma resposta clara.
A trégua temporária de 90 dias anunciada ontem por Trump abre espaço para negociações e permite que a União Europeia adie a adoção de contramedidas. No entanto, o impasse entre EUA e China segue se intensificando. Nesse contexto, o maior desafio para o Banco Central Europeu (BCE) é manter a imagem de controle diante da imprevisibilidade das ações de Trump.
Está claro que o BCE agora atua em um ambiente radicalmente diferente, com tarifas americanas já em vigor, exigindo uma adaptação da política monetária da zona do euro. Diante disso, espera-se que o Conselho do BCE reduza as taxas em mais 25 pontos-base na reunião de 17 de abril, dando início a uma série de possíveis cortes ao longo do ano.
O relatório mais recente sobre a inflação na zona do euro sugere que os cortes nas taxas não são apenas possíveis, mas necessários — se não agora, quando? Declarações recentes de formuladores de políticas indicam que muitos estão abertos a uma pausa em abril, mas um número considerável também apoia um novo afrouxamento.
A maioria dos analistas consultados espera que as taxas só alcancem um nível neutro — que não estimula nem restringe o crescimento — no terceiro trimestre deste ano. Cerca de metade estima esse patamar em 2%, enquanto quase o mesmo número acredita que esse nível já foi ultrapassado.
Perspectiva técnica do EUR/USD
No momento, os compradores devem se concentrar em recuperar o nível de 1,1325. Somente após essa consolidação o par poderá tentar um teste da resistência em 1,1388. Um rompimento convincente acima desse patamar poderia abrir caminho para uma alta até 1,1427, embora esse movimento dependa do suporte dos principais participantes do mercado. O alvo final de alta permanece na máxima em 1,1485.
Por outro lado, caso o par recue, espera-se um forte interesse comprador próximo ao nível de 1,1260. Na ausência de suporte nesse ponto, pode ser mais prudente aguardar um novo teste da mínima em 1,1217, ou considerar posições compradas a partir de 1,1155.
Perspectiva técnica para o GBP/USD
Os compradores da libra precisam reconquistar a resistência mais próxima em 1,3047. Apenas após essa superação o par poderá mirar o nível de 1,3108, que representa um obstáculo técnico importante. Um rompimento acima desse patamar abriria espaço para um avanço em direção ao alvo final de alta em 1,3156.
Caso o par recue, os vendedores (ursos) tentarão retomar o controle a partir de 1,2985. Um rompimento sustentado abaixo dessa faixa comprometeria seriamente a perspectiva altista, pressionando o GBP/USD para a região da mínima em 1,2929, com possibilidade de extensão até 1,2866.
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*A análise de mercado aqui postada destina-se a aumentar o seu conhecimento, mas não dar instruções para fazer uma negociação.
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